Itabela - um pouco, mais de 40 servidores públicos, vinculados à cota de 40% para remuneração pelo FUNDEB, se reuniram pela manhã desta quarta-feira e realizaram um protesto que começou por volta das 10 horas, saindo do Colégio Estadual até a Secretaria de Educação, eles reclamam do atraso de 17h no pagamento.
O pagamento que por lei tem que ser feito até o dia 30 de cada mês, com uma tolerância de cinco dias úteis, de onde se exclui sábados, domingos e feriados. Sessenta por cento do pagamento foi efetivado no dia 08/10/2014 e quarenta por sento foi realizado as 10h desta quarta-feira. O atraso de 17h no pagamento desses servidores, segundo o Secretário de Finanças, ocorreu devido a data limite ter recaído num sábado e domingo e a greve dos bancários.
Para o Secretário de Educação, professor Emanuel Oliveira, que segundo relato de servidores, vem se destacando a frente da Secretaria, com uma atuação responsável, “este ato foi uma decisão política, encabeçada por um pequeno grupo de servidores, com o sonho de se eleger a frente da APLB e outro de ser candidatos por tabela”.
Ainda segundo Emanuel, “durante o governo passado quando estive à frente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), constatamos a pior administração educacional do Municiou, quando pagamentos de servidores acorreu por varia vesses em atraso, até chegar ao ponto de finalizar o mandato do ex-prefeito com dois meses, sem repassar os recursos dos servidores do Município.
Agora em nossa gestão, uma das primeiras iniciativas foi estreitar as relações e aproximar o gestor da educação, dos movimentos, das entidades e dos profissionais da educação, ainda que cada um com suas situações específicas e suas pautas. O problema agora, é que o sindicato tomou uma decisão na minha ausência sem nem mesmo comunicar, e até agora nós não tivemos nem um dialogo sobre esta parcial paralização. O movimento, a colocou pressão sem buscar o diálogo prévio”, disse.
Outra preocupação do Secretario foi com o alunado, que vieram de todas as partes do Munícipio, sem ter sido comunicado sobre essa manifestação sem sentido, já que todos os pagamentos estão em dias. O que questionamos é: até quando vamos ter nossas crianças penalizadas sem aulas por caprichos de uma memoria.
O ponto dos faltosos, de acordo com os secretario será cortado e as aulas serão repostas com alunos nas salas de aulas. Ele também pretende de analisar juridicamente o ato, que para ele foi irresponsável e, caso ficar caracterizado que os mais de 8 mil alunos foram prejudicados em suas exigências letivas, com dois dias sem aulas, os responsáveis serão acionados na justiça comum.
O secretario disse ainda que mais de 70% dos professores, estavam em suas escolas, só saíram após o atual coordenador da APLB, confirmar a paralização. Mesmo sabendo que o restante do pagamento havia sido depositado.