
Sem uma posição do Chefe do Poder Executivo do Municipio de Guaratinga, referente ao reajuste salarial de 7% nos pagamentos de servidores dos 40% da educação, que anteriormente já havia sido negociado em assembléia de que o aumento seria inseridp no pagamento do mês de março e não foi cumprindo pelo prefeito, a APLB Sindicato decidiu na manhã desta sexta-feira (10), pela paralização desses profissionais, até que a situação seja resolvida.
Segundo os representantes do Sindicado, o reajuste dos 7% deveria ter sido inserido na folha de pagamento do mês de março. Ainda de acordo com a APLB, a correção salarial dos professores com desdobramento de turno, com carga horaria de 40 horas semanais, também não receberam vantagens de pelo menos 20 horas.
A Prefeitura Municipal, através da sua Secretaria de Administração alegou através de oficio enviado no ultimo dia 09, que o Executivo enviará um projeto de Lei para aprovação na Câmara de Vereadores, autorizando a reposição sobre o percentual de 7%. Já a incorreção salarial se deu por conta do Decreto 152/2015, baixado pelo prefeito Kenoel Viana, que disciplina a concessão de desdobramento de turno e de horas aulas extraordinárias, além de regulamentar a sua remuneração, assim, retirando vantagens dos professores e diferenciando pagamento por regime de trabalho.
A coordenação sindical chegou a informar ao prefeito, através de documento, sobre a reunião que teve com o Conselho Municipal e o Secretário de educação, onde ficou acertado que o pagamento referente ao desdobramento é o acréscimo da carga horária dos professores a titulo de regime diferenciado de trabalho a as vantagens da carreira, bem como do quinquênio dos profissionais seria efetuados dentro do pagamento do mês, o que não aconteceu.
Diante disso, o sindicato decidiu paralisar as atividades educacionais no Município, a partir da tarde desta sexta-feira (10), e segue até a próxima segunda-feira (13), tempo o suficiente para que a prefeitura dê uma resposta aos servidores da educação. Caso não haja respostas por parte do prefeito Kenoel Viana, a categoria estenderá a paralização por mais 48 horas, podendo ocasionar uma greve por tempo indeterminado.
No município já havia uma paralisação dos servidores filiados ao SISPUG, que inclui funcionários da saúde. Agora com a paralização dos servidores filiados a APLB, fica evidente que o prefeito Kenoel Viana esta vivendo um verdadeiro caos administrativo.
Com a paralisaçao dos dois sindicatos o município fica impedido de funcionamento regular de praticamente todos os setores de serviços públicos municipais. As secretarias mais afetadas, está à saúde e a educação.
Fonte Estevan Silva