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O número de participantes nas manifestações deste domingo (12) foi menor, porém, de acordo com um assessor do governo consultado pelo jornal O Globo, ainda não há razões para comemorar.
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De acordo com a publicação, o governo admite que há uma insatisfação geral com a classe política, catalisada pela presidente Dilma Rousseff (PT). “Há uma crise de funcionamento do Estado. A presidente é a mais atingida porque é a personagem política central.
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Mas por que a oposição não pode ir para a rua discursar? Há uma insatisfação geral com a classe política desde as manifestações de 2013”, ponderou um ministro consultado pelo jornal carioca. No entanto, o Palácio do Planalto tenta lidar com naturalidade as insatisfações.
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Diferente do que aconteceu em 15 de março, quando os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Miguel Rossetto (Secretaria Geral), não há a previsão de que ministros se pronunciem publicamente sobre as mobilizações.
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Outra preocupação do governo é com o posicionamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que voltou a criticar o PT após o protesto que terminou em tumulto na última sexta-feira (10), enquanto ele participava de uma audiência pública na Assembleia da Paraíba, em João Pessoa.
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"Eles (o PT) não conseguem ganhar no voto, querem ganhar no pau. E no pau não vão ganhar", disse Cunha, em vídeo publicado neste domingo (12) através do seu perfil oficial. Ele estava em Natal (RN). Cunha tem rodado o País para discutir temas como a reforma política nos Estados.

A revolta da população pode ser contida, enquanto o Congresso pode ser decisivo para a permaneça ou não da Presidenta no Poder, diz um Advogado Politico.