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O governador Rui Costa após ser indagado por jornalistas sobre a convocação de 1.200 policiais civis e 2000 militares, anunciado por ele no começo do ano de 2015, respondeu, que 946 civis entre policiais, delegados e escrivão e mais 2000 militares serão chamados logo depois do carnaval.
Em 2015 em seu perfil oficial no Twitter o governador chegou a publicar sobre a convocação dos policiais aprovados no concurso da Polícia Militar de 2012 e mais 946 policiais civis. Ele voltou a comentar o assunto esta semana apos ser abordado por jornalistas, ele respondeu a pergunta de uma repórter e confirmou a convocação dos policiais para depois do carnaval.
Depois da publicação do edital, os convocados segundo o Governador, entregaram os documentos, realizaram exames médicos, passaram pela avaliação psicológica e fazerem o teste de aptidão física e investigação social. Todos eles passarão pelo Curso de Formação de Soldados (CFS).
Os aprovados realizaram diversas manifestações desde o começo do ano passado, cobrando a convocação. O governador informou esta semana, que os 946 civis e 2000 militares, vão ser chamados para Integrar o quadro da polícia civil e militar do Estado.
O governador Rui Costa anunciou durante a entrevista, que Já foi divulgado no Diário Oficial do Estado (DOE) no ano passado a convocação, ele disse ainda, que em reunião com o Secretario de Segurança Pública do Estado, ficou tudo acertado para logo depois do carnaval a convocação dos policiais militares, delegado, Escrivão e Investigador da Polícia Civil.
O governador em varias entrevistas durante o ano de 2015 falou em utilizar ao máximo o efetivo de policiais militares que tem e retirar os policiais que hoje estão dispersos em outros poderes, fazendo outras coisas no Estado, em trabalhos burocráticos, dentro e fora do governo, nas prefeituras, na Assembleia. "Quero chamar boa parte destes policiais de volta (aos quartéis)" disse.
"Cedidos a outros poderes nós temos 1.200 policias. Em parte burocrática temos cerca de 2 mil dentro do Estado, e quanto aos cedidos às prefeituras já pedi o levantamento dos números. Então, numa conta rápida, estamos falando de quase 4 mil policiais que poderiam estar reforçando o policiamento nas ruas e estão fazendo trabalho administrativo, burocrático, ou, às vezes, sendo porteiro de outros órgãos públicos e atuando como vigilantes. Esta não é uma função de um policial militar e nós vamos consertar isso. Trabalho de porteiro deve ser feito por porteiro. Trabalho de vigilante deve ser feito por vigilante", argumenta.
"Nós queremos valorizar nossos profissionais para que possam atuar nas atividades fins, para as quais fizeram concurso público para serem policiais civis e militares. E vamos implementar algumas medidas de reorganização das duas polícias, de modernização, e instalar, não só na Região Metropolitana mas no Estado inteiro, câmaras com monitores para otimizar o trabalho da polícia naquelas áreas onde há um potencial maior de crime" enfatizou.
Até então os policiais citado pelo governador continuam prestando serviços fora da corporação. A medida anunciada pelo governador, não foi cumprida.