Jovem indígena é morto após reclamar de som alto em festa de paredão nas imediações da Ponta Grande, orla de Porto Seguro.

Giro de Noticias - 14/03/2022 - 17:11


Um jovem indígena de 21 anos, Vítor Brás Souza, da etnia pataxó, foi assassinado com dois tiros nas costas na noite deste domingo (13/03), após reclamar no alto volume de um som durante uma festa de paredões que estava acontecendo em uma casa alugada nas imediações da Ponta Grande, e estava acomodando as famílias indígenas que moram aos arredores e foram até a casa que havia sido alugada para pedir que baixasse o volume sonoro.

Segundo informações, o grupo que estavam fazendo a festa com paredões, teria assumido um compromisso de que o som terminaria às 23h, o que não aconteceu, e estava incomodando demais os moradores dos arredores. Vítor e alguns indígenas foram até a casa que havia sido alugada e ao chegar no local, um homem ficou irritado com os indígenas e efetuou os disparos, fugindo logo em seguida. Vítor chegou a ser levado para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, más não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Revoltados com tamanha crueldade, um grupo de indígenas interditou, no fim da manhã desta segunda-feira (14/03), um trecho da BR-367, na orla Norte da cidade de Porto Seguro. No protesto, que durou quase duas horas, os índios cobraram da polícia o esclarecimento do assassinato do índio pataxó Vítor Brás Souza, 21 anos, ocorrido na noite de domingo (14).

Ainda durante o protesto, índios com a participação de não indígenas, distruíram parcialmente a casa onde ocorreu bárboro  crime. O imóvel, localizado às margens da rodovia que fica a cerca de 500 metros da aldeia Novos Guerreiros, tinha sido alugado pelo organizador do evento.

A Polícia Civil informou que já instaurou um inquérito para apurar o homicídio e já está ouvindo as testemunhas.

Vítor que era uma liderança muito ativa do movimento pataxó era casado e  deixa esposa e dois filhos pequenos.

Seu corpo foi preparado no barracão de Coroa Vermelha e depois velado na Aldeia da Jaqueira. O enterro será no cemitério indígena de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália.

Diante de especulações sobre a liberação do evento, a prefeitura de Porto Seguro enviou uma nota de esclarecimento  informando que não  não houve liberação deste evento. Veja a Nota

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Moro perto de chácaras e os funkeiros adoram alugar as chácaras do lado pra fazer revoada com paredão. Eu já perdi muitas noites de sono por causa disso, e eu me equipei. Comprei dois pistolas 9mm e um som muito potente capaz de abafar dois paredões com a maior tranquilidade. Quando eles ligam seus funks e sertanejos, eu ligo o meu potente som, e boto pra tocar um rock super satânico que faz os mau educados desligarem sua revoada na mesma hora, eu não preciso nem pedir pra desligar o som.
Contra o Netiflix

Por isso que eu quando vou pedir pra alguém abaixar o som alto, eu só vou armado com a minha Glock. To doido de ir desarmado ? Com esses símios que é o brasileiro que escuta funk, não se pede, se exige. E eu vou berrado, pq eu sei que o australopiteco brasileiro além de mau-educado é violento. Então com esse tipo de gente você já tem que ir preparado pra lidar com a falta de educação e com a violência desproporcional.
Cidadão de bem a favor da vida e contra a corrupção

Tem que ser proibido esse troço mesmo isto é coisa de vagabundo sem ó que fazer tirando a paz do sossego dos que trabalham


Paredão é coisa de folgado retardado. Tem que acabar com essas porcarias que tiram a paz. A mesma coisa digo para fogos de artifício.
Seu Madruga